quarta-feira, 1 de julho de 2009

Classificação Indicativa

Cartilha auxilia portadores de deficiência auditiva no acesso à comunicação

Com o objetivo de incentivar a acessibilidade aos meios de comunicação para as pessoas com deficiência e promover uma cultura da paz, a Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça lançou a cartilha A Classificação Indicativa na Língua Brasileira de Sinais.

O tema despertou interesse da SNJ quando telespectadores surdos demonstraram dificuldades para compreender a informação na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). A Secretaria é responsável pela Classificação Indicativa de obras audiovisuais, programas de televisão, jogos eletrônicos e de interpretação.

A publicação, resultado de pesquisa e estudo inéditos no Brasil, foi realizada com apoio de profissionais e órgãos especializados no assunto e contou ainda com a colaboração de deficientes auditivos. Possui várias ilustrações e mostra detalhes sobre o universo formado por pessoas com dificuldade de audição, além de orientar o profissional de TV a transmitir a mensagem da Classificação Indicativa aos deficientes. A distribuição é gratuita.

Desde julho de 2007, a portaria do Ministério da Justiça nº. 1.220, determina que produtoras, emissoras e programadores de conteúdo audiovisuais forneçam e veiculem a informação correspondente à classificação indicativa, textualmente em português, com tradução simultânea em LIBRAS.

Para mais informações: dejus@mj.gov.br, no Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação (Esplanada dos Ministérios Bloco T Anexo II 3º andar) da Secretaria Nacional de Justiça.

As informações são do site (http://www.cultura.gov.br/site/)

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terça-feira, 30 de junho de 2009

Reforço Cultural

"Assembléia legislativa lança frente parlamentar catarinense em defesa da cultura."

Veja no Link

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Festival de Cinema Digital em Porto Alegre

Depois do sucesso do 2º Plus - Festival de Comunicação aqui da Unisul em Tubarão, resolvi buscar informações sobre a realização de outros festivais relacionados a comunicação na região sul do país.
Encontrei um bem interessante: CINEDIGIPOA - Festival de Cinema Digital de Porto Alegre.
A idéia do festival foi proposta por um acadêmico de jornalismo do Centro Universitário Metodista. Segundo informações do site www.facool.net, o aluno Manoel Canepa, formulou e colocou em prática a ideia proposta pela disciplina de Projeto Experimental VII (Projeto Jornalístico) – uma espécie de “TCC prático” da instituição que visa desenvolver o lado empreendedor dos futuros jornalistas.
O Festival tem como público-alvo cineastas independentes e estudantes universitários. Serão contempladas obras que tenham sido produzidas em 2008 e 2009.
Atenção: os interessados podem inscrever suas peças somente até o dia 10 de julho. O evento será realizado no período de 03 a 07 de agosto, no Centro Universitário Metodista IPA. Veja abaixo as categorias que compõem o festival:
Mostra Curtas-metragens (Ficção; Documentário; Animação e Experimental);
Mostra Longas-metragens (Ficção e Documentário);
Mostras Especiais (Novas tecnologias: Filme de celular/1 minuto; e Cinema + Música: Videoclip).
Concorrerão ao prêmio três obras selecionadas por categoria. Os vencedores serão escolhidos através de duas formas: Júri Oficial e Júri Popular.
Mais informações e regulamento, acesse: http://metodistadosul.tempsite.ws/cinedigipoa/

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domingo, 28 de junho de 2009

Marketing Cultural

Marketing Cultural é uma ferramenta de comunicação que, se aplicada com critério e seriedade, só oferece vantagens para os patrocinadores, artistas, produtores e, alvo maior, o cidadão brasileiro. De 1994 para cá o número de empresas que passaram a investir em cultura sextuplicou e cada vez mais pessoas ingressam nesse mercado anualmente. E são para esses novos navegantes - produtores, artistas, estudantes ou empresários - que preparamos esta série de informações úteis para uma melhor compreensão sobre como a cultura pode ser seu próprio agente de difusão.

Abaixo segue o link do site onde tem uma série de perguntas e respostas que explicam melhor o marketing cultural.

http://www.marketingcultural.com.br/oquemktcultural.asp?url=O%20que%20%E9%20Mkt.%20Cultural&sessao=%20oqueemarketingcultural

As informações são do site marketing cultural (http://www.marketingcultural.com.br/)

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Empresas que mais investem na cultura do país

Abaixo segue o link, da lista, das 500 empresas que mais incentivaram a cultura no país, em 2008. A Petrobras lidera o ranking.

http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/02/empresas-incentivadoras-e-respectivos-valores-incentivados-em-2008.pdf

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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Incentivo ao Teatro

Ao cabo de quase duas décadas de aplicação da Lei Rouanet, a atividade teatral diminuiu, pelo menos em termos relativos.
O TEATRO no Brasil celebra o seu dia internacional unido na insatisfação quanto aos mecanismos de financiamento e dividido quanto às possíveis soluções desses impasses. Entre as soluções, tramita no Congresso um projeto de lei que cria a Secretaria Nacional de Teatro para apressar o fluxo de pedidos de financiamento via renúncia fiscal, que seria ainda mais facilitado por mecanismo semelhante à Lei do Audiovisual, que permite o abatimento de até 125% (sic) sobre o valor financiado.Seguindo a máxima de que não devemos propor o novo sem entender o velho, sob o risco de o novo já nascer envelhecido, sugerimos a análise da eficiência e da eficácia dos mecanismos vigentes, uma vez que a nova proposta baseia-se nos mesmos princípios da Lei Rouanet, que todos querem mudar.O principal objetivo da Lei Rouanet é estimular a economia da cultura, proporcionando aos cidadãos brasileiros maior acesso à cultura produzida em nosso país. No entanto, antes da lei, as temporadas de nossos espetáculos tinham de seis a oito seções semanais. Hoje são duas a três seções por semana. Por que percebemos essa radical redução?Muitos alegam que não há mais público para longas temporadas. Se isso é verdade, como parece, é mais um motivo para questionarmos o mecanismo atual. Ao cabo de quase duas décadas de aplicação da Lei Rouanet, a atividade teatral diminuiu, pelo menos em termos relativos. O número de produções cresceu, mas elas estão cada vez mais concentradas na região Sudeste. Como explicar o aparente paradoxo?Quase todos os recursos da Lei Rouanet para o teatro são aplicados na montagem do espetáculo e na manutenção de uma temporada cada vez mais curta. Por quê? Não seria porque o empresário, que visa o lucro -e é natural que seja assim-, foi induzido a produzir cada vez mais montagens, ao perceber que o seu lucro não vem da bilheteria, o que seria desejável numa economia saudável, mas está embutido no processo de produção?Se a razão de ser do espetáculo não é mais o público, que sentido pode existir nesse teatro?O teatro movimenta um número cada vez maior de recursos da Lei Rouanet: R$ 44.376.571 em 2000 e R$ 107.967.652 em 2007. O preço do ingresso é cada vez mais caro, chegando a custar um salário mínimo -e aí chegamos no limite de um espetáculo, financiado com dinheiro do cidadão, ter o ingresso mais caro que o salário de quem o subsidia.Pode-se alegar que o teatro não se auto-sustenta economicamente e que sempre precisará de subsídios.Um exemplo de que isso nem sempre é verdade é o caso de um proponente que, em cinco anos, captou mais de R$ 40 milhões. As montagens foram sucessos retumbantes e geraram lucros significativos. Não obstante, a companhia sempre requisitava, a cada montagem, mais recursos. O último pedido, negado pelo Conselho Nacional de Incentivo Cultural, chegava a R$ 27 milhões.Isso sugere que o teatro pode dar lucro e que tal lucro pode estar sendo aplicado em outros setores da economia. Recentemente um empresário teatral carioca disse ao jornal “O Globo” que “o teatro é um ótimo negócio”. O teatro, ao menos para alguns, não é inviável economicamente.Com a Lei Rouanet, os orçamentos públicos para a área de cultura escassearam, com exceção do federal e de raros casos estaduais e municipais. A distorção chega ao ponto de TVs públicas, orquestras sinfônicas, o Sistema S e até a Funarte precisarem se utilizar da Lei Rouanet.Alguns produtores argumentam que os mecanismos vigentes protegem a produção dos humores do orçamento público, mas os valores aprovados para captação crescem ano a ano, e os valores captados, que dependem dos orçamentos das empresas, tiveram uma queda em 2007.O teatro não é apenas uma atividade econômica. É uma forma de expressão e de construção de conhecimento, que engrandece o cidadão na sua humanidade e sociabilidade. É uma arte pública e possui na sua própria essência o ato político da cidadania. É um exercício de liberdade que expõe, pela representação, o homem em suas relações, num ato ao mesmo tempo individual e coletivo.Comemoramos o Dia Internacional do Teatro com velhas angústias e velhas e novas esperanças, mas com ânimo renovado para o debate e para a busca de soluções mais estruturantes para a atividade, que atendam o teatro não apenas como atividade econômica, mas também na sua dimensão simbólica e, principalmente, como direito do cidadão.
CELSO FRATESCHI, 56, ator, diretor e autor de teatro, professor de arte dramática da USP (licenciado), é presidente da Funarte (Fundação Nacional de Arte). Foi secretário municipal de Cultura de São Paulo e diretor do Departamento de Teatros da secretaria (gestão Marta Suplicy).JOÃO LUIZ SILVA FERREIRA, o Juca Ferreira, 59, sociólogo, é secretário-executivo do Ministério da Cultura.

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domingo, 21 de junho de 2009

Índice de faltantes cai neste vestibular da Acafe

Segundo informações do site Diario.com quase 10 mil pessoas prestaram a prova da Acafe hoje. 593 candidatos faltaram a prova. O índice de abstenção foi de 6%, menor que em 2008, quando 9,76% dos vestibulandos faltaram.

As provas foram realizadas em 17 cidades de Santa Catarina, e também em Curitiba e Porto Alegre. Oito universidades do estado abriram vagas, Furb, Unisul, Univille, Unesc, Uniplac, Univali, Unoesc e UnC. No total foram 4.262 vagas em 128 cursos.

A lista dos aprovados deve ser divulgada no dia 3 de julho.

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